Classificação das pelagens
As pelagens são classificadas em quatro categorias:
A) Pelagens simples e uniformes
~> Branca rosado ou Albino: é aquela cujos pêlos são brancos de nascença e a pele também é despigmentada tomando a coloração rósea por reflexo dos vaos sanguíneos. Os olhos são castanhos mas as vezes azuis. Quando a pelagem se torna branca em decorrência da presença do gene G (exclusão de pigmento no pelo) conservandos o pigmento na pele e nos olhos em todos os estágios de clareamento da pelagemela apresenta algumas variedades:
~ Branco fosco: sem reflexo brilhante.
~ Branco sujo: de aspecto amarelado.
~ Branco porcelana: quando apresenta refleos azulados, pelo contraste com o fundo escuro da pele.
~> Preta: é quando a pele, os pêlos e as crinas são bem escuras ou negras. Temos algumas variedades:
~ Preto macaco: de coloração opaca, sem brilho, queimada pela exposição ao sol (com reflexos amarelados).
~ Preto azeviche: pêlos de cor viva, brilhante, como reflexos azulados
Preto murzelo: quando os pêlos apresentam reflexos arroxeados, como amora madura.
~> Alazão: apresenta os pêlos da cor de canela e a crina e cauda da mesma cor do corpo podendo se descoradas, mas nunca pretas. Da canela para baixo são da mesma cor do resto do animal. Temos as seguintes variedades:
~ Alazão amarilhos: a tonalidade dos pelos é amarela esbranquiçada com as crinas quase brancas. (camurça, baio, etc)
~ Alazão café com leite: o animal tem a cor de café com leite podendo ter as crinasmais claras ou avermelhadas.
~ Alazão dourado: é aquela pelagem que apresenta reflexos dourados brilhantes (amarelo-ouro).
~ Alazão cereja: do tom da cereja madura.
~ Alazão sanguíneo: de coloração vermelho intensa.
~ Alazão escuro: parecendo cor de castanha, mas com as crinas da mesmo cor do corpo.
~ Alazão tostado: a cor lembro o café torrado.
~ Alazão sobre baio: quando as crinas têm a mesma tonalidade geral do corpo, mas as extremidades dos membros são mais escuras ou pretas.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
A pelagem dos cavalos
Bem, a descrição da pelagem acrescida das particularidades e dos sinais que os cavalos nos apresentam ao exame, são suficientes para permitir a identificação exata de um determinado animal e sua diferenciação entre outors animais de um rebanho, principalmente para o registro genealógico.
Então, alguns fatores podem influenciar na cor da pelagem dificultando a sua imediata identificação.
Idade: no potro, só identificamos a pelagem algumas semanas mais tarde. Por exemplo: o tordilho nasce muitas vezes negro, castanho, baio ou alazão. Mas todos com pêlos brancos espalhados pelo corpo.
Sexo: nos garanhões, as cores são mais vivas e brilhantes.
Luz: quando o animal fica exposto ao sol por períodos prolongados. ocorre queima das pontas dos pêlos, dando à pelagem uma tonalidade desbotada.
Clima: o calor torna os pêlos lisos e brilhantes, enquanto o frio, a umidade e o vento torna-os longos e descorados.
Alimentação: a administração regular de uma alimentação balanceada e adequada torna os pêlos lisos e brilhantes acentuando os reflexos da pelagem.
Saúde: o animal saudável apresenta seus pêlos sedosos e brilhantes, acentuando a cor característica da pelagem, enquanto que o animal debilitado apresenta os pêlos descorados e quebradiços.
Os cavalos apresentam as crinas, que também são importantes para a identificação da pelagem. Elas estão localizadas na borda dorsal do pescoço e da cauda. Elas são de coloração identica aos pêlos nas pelagens simples e uniformes como o preto, branco e alazão. São escuras ou pretas em outras como o baio e castanho; ou são mescladas no tordilho e rosilho.
Então, alguns fatores podem influenciar na cor da pelagem dificultando a sua imediata identificação.
Idade: no potro, só identificamos a pelagem algumas semanas mais tarde. Por exemplo: o tordilho nasce muitas vezes negro, castanho, baio ou alazão. Mas todos com pêlos brancos espalhados pelo corpo.
Sexo: nos garanhões, as cores são mais vivas e brilhantes.
Luz: quando o animal fica exposto ao sol por períodos prolongados. ocorre queima das pontas dos pêlos, dando à pelagem uma tonalidade desbotada.
Clima: o calor torna os pêlos lisos e brilhantes, enquanto o frio, a umidade e o vento torna-os longos e descorados.
Alimentação: a administração regular de uma alimentação balanceada e adequada torna os pêlos lisos e brilhantes acentuando os reflexos da pelagem.
Saúde: o animal saudável apresenta seus pêlos sedosos e brilhantes, acentuando a cor característica da pelagem, enquanto que o animal debilitado apresenta os pêlos descorados e quebradiços.
Os cavalos apresentam as crinas, que também são importantes para a identificação da pelagem. Elas estão localizadas na borda dorsal do pescoço e da cauda. Elas são de coloração identica aos pêlos nas pelagens simples e uniformes como o preto, branco e alazão. São escuras ou pretas em outras como o baio e castanho; ou são mescladas no tordilho e rosilho.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
A Equoterapia
O que é:
A Equoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de Saúde, Educação e Equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência ou de necessidades especiais.
Na equoterapia, o cavalo é utilizado como um meio de se alcançar os objetivos terapêuticos. Ela exige a participação do corpo inteiro, de todos os músculos e de todas as articulações.
vidamaislivre.com.br
Objetivos da Equoterapia:
O cavalo é utilizado como recurso terapêutico, ou seja, como instrumento de trabalho. O movimento rítmico, preciso e tridimensional do cavalo, que ao caminhar se desloca para frente/trás, para os lados e para cima/baixo, pode ser comparado com a ação da pelve humana no andar, permitindo a todo instante entradas sensoriais em forma de propriocepção profunda, estimulações vestibular, olfativa, visual e auditiva.
A técnica tem como objetivo proporcionar ao portador de necessidades especiais o desenvolvimento de suas potencialidades, respeitando seus limites e visando sua integração na sociedade, proporcionando ao praticante benefícios físicos, psicológicos, educativos e sociais.
A equoterapia é baseada na prática de atividades eqüestres e técnicas de equitação, sendo um tratamento complementar na recuperação e reeducação motora e mental.
Na parte física, o praticante da equoterapia é levado a acompanhar os movimentos do cavalo, tendo que manter o equilíbrio e coordenação para movimentar simultaneamente tronco, braços, ombros, cabeça e o restante do corpo, dentro de seus limites. O movimento tridimensional do cavalo provoca um deslocamento do centro gravitacional do paciente, desenvolvendo o equilíbrio, a normalização do tônus, controle postural, coordenação, redução de espasmos, respiração, e informações proprioceptivas, estimulando não apenas o funcionamento de ângulos articulares, como o de músculos e circulação sangüínea.
Durante toda a sessão as terapeutas também ajudam a estimular a autoconfiança, auto-estima, fala, linguagem, estimulação tátil, lateralidade, cor, organização e orientação espacial e temporal, memória, percepção visual e auditiva, direção, análise e síntese, raciocínio, e vários outros aspectos.
Na esfera social, a equoterapia é capaz de diminuir a agressividade, tornar o paciente mais sociável, melhorar sua auto-estima, diminuir antipatias, construir amizades e treinar padrões de comportamento como: ajudar e ser ajudado, encaixar as exigências do próprio indivíduo com as necessidades do grupo, aceitar as próprias limitações e as limitações do outro, facilitando assim a interação do deficiente físico e mental com a sociedade.
mulhernocampo.wordpress.com
A Equoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de Saúde, Educação e Equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência ou de necessidades especiais.
Na equoterapia, o cavalo é utilizado como um meio de se alcançar os objetivos terapêuticos. Ela exige a participação do corpo inteiro, de todos os músculos e de todas as articulações.
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Objetivos da Equoterapia:
O cavalo é utilizado como recurso terapêutico, ou seja, como instrumento de trabalho. O movimento rítmico, preciso e tridimensional do cavalo, que ao caminhar se desloca para frente/trás, para os lados e para cima/baixo, pode ser comparado com a ação da pelve humana no andar, permitindo a todo instante entradas sensoriais em forma de propriocepção profunda, estimulações vestibular, olfativa, visual e auditiva.
A técnica tem como objetivo proporcionar ao portador de necessidades especiais o desenvolvimento de suas potencialidades, respeitando seus limites e visando sua integração na sociedade, proporcionando ao praticante benefícios físicos, psicológicos, educativos e sociais.
A equoterapia é baseada na prática de atividades eqüestres e técnicas de equitação, sendo um tratamento complementar na recuperação e reeducação motora e mental.
Na parte física, o praticante da equoterapia é levado a acompanhar os movimentos do cavalo, tendo que manter o equilíbrio e coordenação para movimentar simultaneamente tronco, braços, ombros, cabeça e o restante do corpo, dentro de seus limites. O movimento tridimensional do cavalo provoca um deslocamento do centro gravitacional do paciente, desenvolvendo o equilíbrio, a normalização do tônus, controle postural, coordenação, redução de espasmos, respiração, e informações proprioceptivas, estimulando não apenas o funcionamento de ângulos articulares, como o de músculos e circulação sangüínea.
Durante toda a sessão as terapeutas também ajudam a estimular a autoconfiança, auto-estima, fala, linguagem, estimulação tátil, lateralidade, cor, organização e orientação espacial e temporal, memória, percepção visual e auditiva, direção, análise e síntese, raciocínio, e vários outros aspectos.
Na esfera social, a equoterapia é capaz de diminuir a agressividade, tornar o paciente mais sociável, melhorar sua auto-estima, diminuir antipatias, construir amizades e treinar padrões de comportamento como: ajudar e ser ajudado, encaixar as exigências do próprio indivíduo com as necessidades do grupo, aceitar as próprias limitações e as limitações do outro, facilitando assim a interação do deficiente físico e mental com a sociedade.
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